quarta-feira, 20 de setembro de 2017

COLOCANDO OS PINGOS NOS IS






Essa semana vi algumas manifestações a respeito daquele triste episódio ocorrido em um terreiro, onde bandidos utilizando de termos usados pela comunidade evangélica, quebraram tudo que havia naquele local. 

Lamentável o que aconteceu.
No entanto vi tbm o quanto a falta de conhecimento, e por conseguinte, conclusões e expressões maliciosas foram sendo postadas nas redes sociais devido o ocorrido.
Então, vamos aos meus argumentos.
Primeiro, não é porque uma pessoa utiliza determinados termos, usa roupas identitárias, ou até mesmo que frequente certos lugares, que essa pessoa segue, pratique, ou até mesmo seja um membro desse lugar.
Estar ou frequentar uma igreja não significa que a pessoa se tornou Igreja. Pois nós aprendemos pela palavra que evangelho é mudança de vida, filosofia diferente das que aprendemos em livros acadêmicos.
Isso não significa dizer que vai ser do dia para noite, cada pessoa tem um tempo para que as coisas aconteçam, infelizmente muitos passam a vida toda só ouvindo sem pelo menos tentar praticar, porém a Bíblia nos ensina arrependimento e como consequência vida nova.
Então ladrão evangélico nem pensar!!!!
Então, é necessário que se faça essa distinção.
Em segundo lugar, eu vi a fala de exaltação do modo como se dá a prática desses lugares em detrimento de como nós evangélicos o fazemos.
Quanto a isso quero dizer:
Sim, nós evangelizamos nas ruas, nas praças, nos hospitais, nas comunidades carentes, nos bairros de classe média alta, nas redes sociais, e em qualquer lugar que estivermos, pois entendemos pela Palavra que esse é o nosso papel neste mundo.
Somos designado pelo nosso Mestre Jesus a: Ide por todo mundo e pregai o Evangelho a toda criatura,.... Fazei discípulos em meu nome.... Pregai a tempo e fora de tempo... E assim por diante. 
Sim, entendemos que tudo o que fazemos na nossa vida precisa estar pautado na palavra de Deus, nosso manual de fé e prática. E se isso significar falar coisas que todos aceitem, mas que destoam desse Manual, nós iremos falar. Somos cidadãos do céu, mas não estamos alienados nesse mundo, também somos cidadãos da Terra.
Não, não os obrigamos a aceitar nossas convicções, muito embora passe essa sensação, porque SIM, relacionamos todas as áreas da vida com o nosso conhecimento da Palavra de Deus. É o nosso estilo de vida.
Por tanto, exijam respeito mas não em detrimento de outros, cada grupo religioso vai agir conforme as doutrinas do seu grupo, conforme as orientações que estão baseados nos livros sagrados de cada uma.

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