Pois tudo é motivo para que as línguas cheias de comichões saim de dentro da boca para destilar seu veneno.
Pela primeira vez o prefeito do Rio não participou da tradicional entrega simbólica das chaves do Rio ao rei Momo, dando início a festa denominada Carnaval. Ele é obrigado?
Quando ainda estavam na campanha para eleição, as mesmas más línguas, se puseram a dizer que o então candidato, se eleito acabaria com a tão famosa festa. O medo deles de perderem seus dinheiros lícitos e ilícitos fizeram com que partissem para o ataque destilando o veneno da calúnia e do preconceito religioso.
Ora, os dias foram se aproximando e tudo correu como de costume, nenhum impedimento houve. Em janeiro todos os nossos problemas somem como passe de mágica para dar lugar a fantasia da grande festa; fevereiro entra com tudo, só se fala em apoteose, avenidas, sambas enredo, mestres-salas e portas-bandeiras, passistas semi-nuas, plumas, paetès, reciclagem é a palavra da moda devido a crise. Dos mais pobres aos mais ricos entulham seus carrinhos com bebidas e carnes para churrasco, gringos invadem nosso território, e têm os que preferem viajar, todos que dizem gostar da tal festa fazem dívidas para aparecer no grande dia onde ninguém é de ninguém, dizem alguns. Bom, de alguma forma, com crise ou não, o dinheiro aparece para ser gasto na festa do pão e circo, Carnaval.
Bem, é chegado o grande dia e todos esperam o simbolismo da entrega das chaves. Para surpresa, ou não, de todos o prefeito não aparece, mas também não cria nenhum impedimento. Envia em seu lugar uma secretária para oficializar o início festivo.
Mas é claro, lembra das más línguas que citei no início desse texto? Então, não conseguem ficar dentro de suas respectivas bocas. Tudo é motivo para criticar, primeiro falando que o candidato iria acabar com a festa, agora o difamam por não aparecer.
A bíblia diz que a boca fala do que o coração está cheio (Mt 12.34), e eu fico observando que os não crentes, até é entendível tal atitude, mas dos que são.... Esses me deixam com a pulga atrás das orelhas. Para quê inimigos né? Os que comem na nossa mesa são os primeiros que se levantam.
Humm... já vi isso em algum lugar.
Seria o nome dessa pessoa Judas?
É...
Sabe, eu tive o prazer de conviver com a minha amada bisavó, se ela fosse viva seu conselho seria: vai lavar um tanque de roupas!
E não deixando minha identidade del lado deixo uma dica: mente parada é oficina do diabo.
Na quarta-feira de cinzas vamos ver o que restou.
Graça e paz.

sábias palavras, e isso mesmo.
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